segunda-feira, 16 de abril de 2012

Assembléia de Deus Vitória em Cristo realizará Acampamento Jovem em Cacheiras de Macacu





O Acampamento Vale das Águas, na cidade de Cachoeira de Macacu, viverá 5 dias de impacto espiritual ministrado pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus Vitória em Cristo, presidida pelo Pr Silas Malafaia. Este encontro que é chamado de: “ACAMPAMENTO SOMOS UM”, é destinado aos Jovens da Juventude Vitória em Cristo e contará com as ministrações do Pr Silas Malafaia, Pra Elizete Malafaia, Pr Renan Di Melo, Pra Antonieta Rosa, Pr Vicente Sabbatino, Pr Paulo Vieira e Pr Samuel do Amor; o louvor estará por conta da Banda JVC e Salomão do Reggae. Neste ano de 2012 o “ACAMPAMENTO SOMOS UM” terá por tema “O ESPÍRITO SANTO”.


O pastor Silas Malafaia declarou na igreja sede que o mês de maio, será o mês do Espírito Santo, e nós, jovens da igreja já estamos nos preparando para este grande mover de Deus em nossa igreja. Nosso acampamento se encerrará no dia 1° de maio, exatamente no dia em que se inicia o mês do Espírito Santo em todas as nossas igrejas, por isso nosso Acampamento terá este tema: SOMOS UM NO ESPÍRITO SANTO” diz o Pr Paulo Vieira, um dos organizadores do acampamento. 



Links:
Inscrições: http://www.acampamentosomosum.tk


 

Divulgação: ADVEC

domingo, 15 de abril de 2012

Comperj: obras paradas, insatisfação em alta




O clima crescente de insatisfação começa a tomar conta do canteiro de obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a preocupar autoridades. Localizado a menos de uma hora do Centro do Rio, o empreendimento tem sido alvo de denúncias normalmente só vistas nas regiões mais remotas do país: falta de alojamentos adequados, alimentação ruim, descumprimento de "baixas de campo" (folga a trabalhadores de outros estados), salários desiguais para mesmas funções e agenciamento pelos chamados "gatos", comuns nos flagrantes de trabalho escravo na zona rural. Na última semana, 15 mil trabalhadores cruzaram os braços por um aumento de 12% no piso salarial de R$ 860 e de 42% no vale alimentação, atualmente em R$ 210.




O clima ficou mais tenso na última quarta-feira, quando carros de funcionários da Petrobras foram atacados, sem feridos, num piquete de cinco mil grevistas na Rodovia Tanguá (RJ-116), uma das vias de acesso às obras do complexo.





Segundo especialistas, a onda de greves que se espalhou em grandes canteiros país afora nas últimas semanas - como canteiros de estádios da Copa na Bahia e no Ceará, além da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará - mostra as dificuldades das empresas em administrar grandes obras e dar condições necessárias para atender às migrações de mão de obra que elas provocam.




Agenciadores prometem "mundos e fundos"




João Benigno, natural de Pinheiro, no Maranhão, foi chamado por uma agência de emprego em sua cidade natal para trabalhar de pedreiro numa das empreiteiras que atuam no Comperj, com salário de R$ 1.302 e alojamento no Rio. O salário está sendo pago. O alojamento, não. Segundo Benigno, a empresa informou que houve um equívoco da agência que o sondou. Ele gasta agora R$ 400 de aluguel para morar em Itaboraí, na região metropolitana do Rio, próximo do canteiro.




Vim porque o salário é maior do que em Pinheiro, de R$ 700. Tenho mãe, pai e irmã no Maranhão. Vou esperar o fim da greve. Dependendo de como terminar, vou decidir se fico ou volto - conta ele.
 



Já o goiano Glenio das Dores Ferreira, que trabalha na área de montagem, queixa-se que não recebeu reembolso prometido das passagens para vir ao Rio trabalhar nas obras:




Quando chamam a gente para trabalhar aqui, prometem muita coisa. Quando a gente chega, tudo muda.
 



Segundo Luiz Augusto Rodrigues, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Montagem, Manutenção e Mobiliário de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom), os funcionários chamados por "gatos" - como são chamados os agenciados de mão de obra - são maioria nas obras do Comperj.
 



As empreiteiras preferem gente treinada, acostumada com trabalho pesado, e trouxeram muita gente de fora para a obra. Essas pessoas estão tendo uma série de direitos desrespeitados, o que gera insatisfação e tensão - diz Rodrigues.
 



Sem alojamento adequado oferecido pelas empresas, os trabalhadores do Comperj se instalaram por conta própria em Itaboraí e outros municípios da região, como Cachoeiras de Macacu, Magé e São Gonçalo. Moradores construíram "puxadinhos" no terreno de suas casas e passaram a alugá-los. No bairro de Vila Rica, em Itaboraí, há quase um ano, nove conterrâneos de Tabuleiro do Norte, município no Ceará, dividem uma casa de dois cômodos e um banheiro. Dois dormem em redes, na varanda. E como há muita gente na casa, às vezes, são obrigados a usar um bueiro como banheiro. Há um fogão e uma geladeira antigos, com a porta fechada por uma amarração de fios. Eles pagam R$ 580 de aluguel do próprio bolso.




O trabalho não é bom de boca (o salário não é suficiente para se manter e mandar dinheiro para família) e a gente não consegue juntar dinheiro. Deixei mulher e filho no Ceará. Tem que sobrar para mandar para eles. Mas não penso em voltar agora. Estamos acostumados a viver no mundo - diz o cearense Sandro Maia, que trabalha na carpintaria do Comperj.
 



Para Atnágoras Lopes, coordenador da Central Sindical Popular Conlutas, a desilusão dos trabalhadores do Comperj é também sentida em obras como da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Embora não haja o mesmo grau de isolamento do trabalhador, ele explica que existem semelhanças com o trabalho degradante.
 



Em obras urbanas, como o Comperj, essa condição não é vista geralmente no canteiro ou nos alojamentos próprios das empresas, mas de forma indireta, nos operários que precisam se virar por conta própria - explica Lopes, que acompanhou os conflitos de Belo Monte e passou a semana no Rio, na greve no Comperj. - Os empregadores precisam rever as relações de trabalho nos canteiros.
 



Para empresas, não existem irregularidades o cearense David Alves, de 36 anos, veio para o Rio há cerca de um ano trabalhar como armador nas obras do complexo da Petrobras. Ele afirma que, deste então, não recebeu "baixa de campo" e a passagem aérea, um direito de trabalhadores de outros estados. Para piorar, o contracheque de março veio com descontos de 30% por causa das greve no complexo em fevereiro, que foi considerada abusiva pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT):
 



Já trabalhei em obras em Alagoas, Rio Grande do Norte, Goiás. Tem obras boas. Em Goiás, voltei com R$ 10 mil no bolso .
 



Em nota, o Sindemon e o Sinicon, que representam as empreiteiras, dizem desconhecer "qualquer queixa de empregados e de sindicalistas relacionada a irregularidades nos reembolsos de passagens, alojamentos e uso de agenciadores em outros estados". Sobre alimentação, informam que "em hipótese alguma seriam servidas refeições de má qualidade, pois além de haver cláusula contratual exigindo qualidade, a saúde do trabalhador é primordial".




Segundo o delegado da 71ª DP (Itaboraí), Wellington Vieira, a criminalidade está aumentando em Itaboraí. E explica que a Polícia Militar não tem efetivo suficiente na região:
 


A região está virando um barril de pólvora.






Fonte: Bruno Villas Bôas / Agência O Globo

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Acusado de participar de duplo homicídio é preso em Papucaia




Um homem identificado como Carlos Leandro Monteiro de Amorim, mais conhecido como Léo Cachorrão, de 27 anos, foi preso nesta quarta-feira por policiais do 35º BPM (Itaboraí).
  
Contra ele havia um mandado de prisão preventiva decretada pela Comarca de Itaperuna, acusado de participar do homicídio de duas jovens. O crime aconteceu na cidade de Itaperuna.

Léo Cachorrão fazia parte da lista de procurados do Disque-Denúncia, e para ele era oferecido uma recompensa de R$ 1 mil. A PM chegou até o criminoso, através de consulta realizada ao site e após receber denúncias do Disque-Denúncia. Segundo a polícia, a prisão aconteceu na Estrada do Sorami, na Fazenda do Mato, em Papucaia.

O fato foi registrado na 159ª DP (Cachoeiras de Macacu), onde o criminoso permanece preso.



Fonte: Odia

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Comperj: 5 mil operários fazem piquete no terceiro dia de greve




Os trabalhadores em greve do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) fizeram uma nova manifestação na manhã desta quarta-feira no início da Rodovia Tanguá (RJ-116), uma das vias de acesso ao empreendimento da Petrobras, em Itaboraí, região metropolitana do Rio.



São agora três dias seguidos de obras paradas. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Montagem, Manutenção e Mobiliário de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom), cerca de 5 mil trabalhadores participaram do piquete. Eles pedem aumento do piso salarial em 12%, hoje em R$ 860, e vale-alimentação de R$ 300.


No início da manifestação, um grupo de grevistas chegou a atacar dois carros de funcionários da Petrobras e ameaçou os cinco passageiros, informou o delegado Wellington Vieira, da 71ª DP (Itaboraí). Ninguém ficou ferido. Os carros levavam funcionários do corpo de segurança da empresa para o complexo, por volta das 6h, quando os manifestantes tentaram impedir a passagem dos automóveis pelo piquete. Segundo o delegado, o grupo atacou os carros com chutes, danificando os veículos.


O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Montagem, Manutenção e Mobiliário de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom), Luiz Augusto Rodrigues, disse que o automóvel não respeitou o pedido dos grevistas para parar e que o motorista teria avançado com o carro na direção aos trabalhadores.


Não incentivamos essas atitudes. A greve segue de forma pacífica, apesar do ocorrido explica Rodrigues. - Estávamos lá para pedir para o pessoal descer do ônibus e aderir à greve. Grande parte dos ônibus encostou e o pessoal desceu.



Desde a última segunda-feira, as obras do Comperj estão paradas com a greve de trabalhadores de 24 consórcios contratados pela estatal. São cerca 15 mil empregados de braços cruzados, segundo o Sinticom. Nesta quarta-feira, funcionários do setor de alimentação do Comperj também teriam aderido à greve, provocando a dispensa de funcionários que estavam no complexo, segundo a CSP-Conlutas.



Com o piquete realizado no trevo que fica no início da Rodovia Tanguá, o trânsito ficou lento na região, com dezenas de ônibus que levariam os funcionários ao Comperj parados no acostamento da rodovia. A via também liga Itaboraí a municípios como Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo, na região Serrana do Rio. A rodovia é privatizada e gerida pela Rota 116.


Segundo o Sinticom, uma assembleia deve ser realizada nesta quinta-feira e outra na segunda-feira para determinar o rumo da greve. O sindicato dos trabalhadores quer que a Petrobras participe da negociação, mas a estatal tem evitado se envolver diretamente na greve.


Na terça-feira, o Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Sindemon) e o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) - que representam os consórcios envolvidos na obra mantiveram a oferta de 9% do piso salarial e vale-alimentação de R$ 280 para a data-base. Em nota, informaram que pretendem convencer os funcionários a aceitar a proposta.


Essa não foi a primeira manifestação dos funcionários por melhores salários. Paralisações parciais em alguns consórcios ocorreram em novembro, janeiro e fevereiro. No começo da negociação sindical, os trabalhadores pediam aumento salarial de 18%, enquanto que os empregadores ofereciam 8,5%.


A obra, que em seu cronograma original previa conclusão em março de 2012, agora tem como meta de finalização outubro de 2014. O Comperj é avaliado em R$ 22 bilhões.
 





Fonte: Bruno Villas Bôas  / Agência O Globo

Um banho de lazer




À medida que se adentra a mata, a temperatura começa a baixar, os sons dos pássaros se tornam cada vez mais fortes, e o cheirinho de mato fresco vai, aos poucos, tomando os pulmões. Como se essa festa de sensações não bastasse, no fim do caminho reina, absoluta, uma cachoeira imponente, que convida o mais relutante dos visitantes a um mergulho refrescante. Há quem acredite que o banho em quedas d'água limpa as impurezas da alma. Para esses, o município de Cachoeiras de Macacu é um verdadeiro Jardim do Éden. A cidade, na subida da Serra Fluminense, concentra mais de 80 delas, o maior índice da região. E, em breve, elas ganharão sinalização de acesso, de alerta de risco e de preservação ambiental.



O cenário idílico da cidade de Cachoeiras de Macacu é formado por duas bacias hidrográficas que banham a região: a de Macacu e a de Guapiaçu. Dessa terra cheia de superlativos brotam mais de 80 quedas d'água de todos os tamanhos e para agradar desde atletas ferrenhos até os mais sedentários. A maior parte desses oásis está escondida pelos domínios do Parque Estadual dos Três Picos.



Um dos pontos mais visitados por turistas e moradores é a Cachoeira das Sete Quedas, com incríveis 60 metros de altura, o equivalente a um prédio de 20 andares. Para chegar ao local, é necessário percorrer uma trilha leve, que começa logo após o pedágio da RJ-116, e caminhar cerca de 45 minutos (ida e volta).



Segundo o diretor do parque, Sérgio Poyares, a ideia é fazer com que cada vez mais pessoas frequentem as cachoeiras, já que a passagem de visitantes inibe crimes como a caça e a extração ilegal de palmito - dois dos maiores problemas enfrentados na reserva.



Em breve, vamos instalar 130 placas com instruções de preservação ambiental, localização das cachoeiras e alerta de risco. Na Região Serrana, as cabeças d'água provocadas pelas mudanças bruscas de clima são muito comuns - alerta Poyares.



Antes de entrar na trilha para a Sete Quedas, uma tentadora piscina dá as boas-vindas aos banhistas. Por causa do fácil acesso, a Furna da Onça é uma das cachoeiras mais procuradas pelos turistas. Na alta temporada de verão, é comum receber até 800 pessoas a cada fim de semana. Por isso, a prefeitura começou a designar salva-vidas para o local.



Perto dali, um pouco antes do pedágio, o Poço das Bruxas tem trechos para mergulho ladeados por pedras, de onde os banhistas costumam saltar.


Aqui é tranquilo. Não tem barulho, é limpo e fácil de chegar. Tem até alguns pontos mais fundos e pedras grandes, de onde os meninos saltam - conta a estudante Paula Benício, que enfrentou 40 minutos de viagem de ônibus para ir ao local pela primeira vez, com uma prima.






Fonte: Natasha Mazzacaro / Agência O Globo

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Niterói Rugby vence e mantém a liderança no Rio





No último sábado, o Niterói/UFF Rugby foi até Cachoeiras de Macacu para enfrentar o Guanabara Rugby pela segunda rodada do Campeonato Fluminense de Rugby e venceu por 18 a 6.



A partida começou com muitos pênaltis e os times só conseguiram pontuar através de chutes. O Niterói/UFF conseguiu se impor depois dos 10 minutos de jogo através da sua consistência nos line-outs e passava mais tempo com a posse. O primeiro tempo foi bastante intenso, com muitas disputas em rucks.



No segundo tempo, o ritmo de jogo das duas equipes diminuiu, deixando a partida mais lenta. Em mais uma jogada de line-out, o Niterói/UFF chegou ao ponto que daria números finais à partida.



Com esse resultado, o Niterói/UFF se manteve na liderança do campeonato e voltará a campo pelo Campeonato Fluminense contra o Itaguaí no dia 21 de abril em, Niterói.

  





Fonte: Terra Esportes

Vítimas de temporal em Teresópolis são enterradas

Cinco pessoas morreram por causa da tempestade de sexta-feira.
Joyce Rosa e Keila Pires foram sepultadas neste domingo.



A estudante Joyce Rosa Araújo, de 16 anos, uma das cinco pessoas mortas pelo temporal de sexta-feira (6) em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, foi enterrada neste domingo (8) no Cemitério Municipal. Joyce morre atingida por deslizamento no bairro Quinta Lebrão. Keila Pires, de 26 anos, que também morreu em Teresópolis foi enterrada em Cachoeiras de Macacu neste domingo. As outras vítimas foram sepultadas neste sábado (7)






Foto: Roberto Moreyra/Agência O Globo

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Hospital Municipal Celso Martins entre os 05 hospitais que mais avançaram no Interior do Estado.



Os Municípios e hospitais do interior e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro são o foco do Programa Somando Forças – Mais Saúde, lançado na última quarta feira, dia 28 de março, pelo Governo do Estado no Palácio Guanabara. Reunindo quatro projetos – renovação dos programas PAHI 1 e PAHI Regional e lançamento dos Programas de Apoio à Unidade de Terapia Intensiva dos hospitais da Região Metropolitana e de Apoio às Salas de Estabilização para os municípios do Rio de Janeiro – o investimento do Estado será de R$ 128 milhões ao longo de 2012.



Durante a solenidade que reuniu municípios de todo o Estado do Rio, Cachoeiras de Macacu, representada pelo prefeito Rafael Miranda, pelo Secretário de Saúde Drº Mário Jorge e por Cleidir Peixoto, Presidente da Associação Mantenedora do Hospital Municipal Drº Celso Martins, ocupou lugar de destaque, recebendo premiação por estar entre os cinco municípios participantes do PAHI 1 e PAHI Regional que mais alcançaram as metas propostas e melhor investiram os recursos recebidos em 2011, dentre todos os 92 municípios do Estado através do Hospital Municipal Drº Celso Martins.



Trata-se de um grande avanço para a saúde do município e este avanço foi destacado pelo Secretário Estadual de Saúde Drº Sérgio Côrtes durante o seu discurso.

  

“Temos investido muito na saúde ao longo da gestão do Governador Sérgio Cabral, avançamos demais, mas sabemos que ainda temos bastante coisa a conquistar e é muito gratificante vermos o empenho dos municípios na busca pela melhoria da qualidade dos serviços oferecidos e quem ganha com isso é a população. Parabéns a estes cinco municípios pelas metas alcançadas e que sirvam de exemplo e estímulo para que outros municípios do Estado se empenhem cada vez mais para que no próximo ano possam estar aqui.”



O município de Cachoeiras de Macacu receberá do Governo do Estado R$ 50 mil reais como prêmio. Entre os quesitos avaliados, estão a melhoria significativa da estrutura física da unidade, aquisição de equipamentos, implantação da comissão de controle de infecção hospitalar e a implantação de ouvidoria. O objetivo do prêmio é estimular o investimento na compra de equipamentos, melhoria da infra estrutura e na capacitação dos funcionários.



Sérgio Cabral, Governador do Estado reiterou os investimentos realizados em sua gestão e destacou que muita coisa ainda será feita. De acordo com o Governador comparando os números de 2006 até os dias de hoje os investimentos na área de saúde mais que dobraram.




Temos investido muito na área de saúde de todo o nosso Estado e através de parcerias com os municípios temos desenvolvido programas e melhorado a qualidade dos serviços prestados para a população. Esses cinco municípios que hoje recebem esta premiação tem se empenhado demais para que a saúde de seus respectivos municípios avance na oferta de serviços públicos de qualidade para seus munícipes.”

O Prefeito Rafael Miranda, que recebeu a premiação das mãos do Governador e amigo Sérgio Cabral, ressaltou a importância da parceria com o Governo do Estado que desde janeiro de 2009 tem feito a diferença na transformação do município de Cachoeiras de Macacu.
 

“É uma honra como Prefeito e principalmente como cachoeirense estar aqui hoje para receber do Governador Sérgio Cabral este prêmio. Sabemos que muito ainda tem que ser feito na área de saúde, mas temos trabalhado de forma incansável e já avançamos muito, com novos equipamentos, ambulâncias, reformas de Postos e Unidades de Saúde, melhoria do Hospital Celso Martins, criação e execução de Programas, Convênios, parcerias entre tantas outras iniciativas e ferramentas que temos buscado de forma incansável para que a população do nosso município seja cada vez melhor atendida. Um exemplo é o Ministério da Saúde do Paraguai que visitou o nosso município para aprender sobre o funcionamento de diversos programas desenvolvidos em nosso município e que pretendem implantar no Sistema de saúde de lá. O município hoje além de disponibilizar transporte para tratamentos como quimioterapia, radioterapia e hemodiálise, tem servido também de referência para municípios vizinhos que tem mandado seus pacientes para cá. Estamos no caminho certo, avançamos muito e iremos avançar ainda mais para que possamos atender da melhor maneira possível toda a população do município.”


Fonte: Urano Salvaya / Imprensa

MP e Corregedoria desarticulam esquema de corrupção em posto do Detran

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou oito pessoas acusadas de formação de quadrilha, corrupção passiva, inserção de dados falsos em sistema de informações, falsidade ideológica, advocacia administrativa e corrupção ativa qualificada.



Entre os denunciados estão três funcionários do Detran-RJ, dois despachantes (zangões), um procurador de proprietário de veículo e dois ex-prestadores de serviço do Detran em Itaboraí. Desde o início da manhã desta terça-feira (03/04), cerca de 30 agentes da Corregedoria do Detran e do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP/MPRJ) cumprem 13 mandados de busca e apreensão em sete municípios (Magé, Duque de Caxias, Itaboraí, São Gonçalo, Niterói, Cachoeiras de Macacu e Rio de Janeiro).
 
 


Batizada de Operação Deslize, a investigação do Ministério Público e da Corregedoria do Detran/RJ começou após denúncias chegarem à sede da Corregedoria relatando esquema que consistia na aprovação de veículos da frota alvo (caminhões, ônibus, táxis e vans), sem condições mínimas, na vistoria regular obrigatória, mediante pagamento em dinheiro a funcionários do Posto de vistoria de Itaboraí. A denúncia oferecida pelo Ministério Público explica que, dentre as irregularidades, estava a utilização do resultado do teste de aferição de gases poluentes de um veículo - aprovado no teste – em laudo de outro que não seria aprovado.



A partir daí, além de acionar os funcionários do Detran que interviriam no procedimento sem a observância das normas administrativas pertinentes, a quadrilha ajustava o preço a ser cobrado e eventual partilha, inclusive fornecendo o número de conta bancária para depósito. O grupo contava, ainda com a participação de funcionário que atuava na Coordenadoria do RENAVAM, localizada no prédio sede do Detran, como detentor da chamada “senha master”, o que lhe autorizava a promover alterações cadastrais de veículos automotores, serviço conhecido como acerto de dados.



Ainda segundo o MP, quando solicitado pela quadrilha, esse funcionário se valia de sua senha para promover as alterações cadastrais nos veículos, sempre para favorecer os clientes desonestos e/ou seus prepostos na realização dos serviços do Departamento, que se esquivavam, por conveniência e busca de celeridade, das vias regulares.





Fonte: Jornal do Brasil