sexta-feira, 24 de agosto de 2012

BARATTA DISPUTA CLASSIFICATÓRIAS NESTA QUINTA




José Augusto Dias, o “Baratta”, capoeirista do grupo três-lagoense Abadá Capoeira, disputa nesta quinta (23), no Centro Educacional Mestre Bimba (Cemb), em Cachoeira de Macacu (RJ), os jogos (apresentações) classificatórios do Festival Nacional da Arte Capoeira e Jogos Brasileiros.



A apresentação é dividida em três ritmos diferenciados da capoeira. No Benguela, que é uma dança mais cadenciada, variando entre lenta e rápida, a movimentação será de 1min e 20s. O ritmo mais rápido, e também o que dá mais pontos, é o São Bento Grande, mas são apenas 45 segundos para mostrar as habilidades.



Por fim, mais dois minutos do Iúna. “Esse é mais acrobático, com saltos e outros movimentos do gênero. Nele, revelam-se as particularidades de cada atleta. Nos outros dois, o que vale mais é a estratégia mesmo”, explicou Baratta. Se conquistar uma boa pontuação, o três-lagoense disputa as finais sexta e sábado.



Ele explicou ainda que a “luta” não é contra o oponente, mas com ele. “A dupla pode se classificar. Se, de repente, eu e meu adversário fizermos nove pontos e outra dupla conseguir oito cada, saem os dois e a gente passa de fase juntos”, destacou.



Do campeão ao quarto colocado nos Jogos (que é onde a capoeira é considerada esporte), receberão troféus e medalhas. “Neste ano, estou mais bem preparado e pretendo ficar entre os oito primeiros. Mas é muito difícil prever alguma coisa”, encerrou Baratta.

 

 

 

 

 

 
Fonte:  Jornal do Povo

sexta-feira, 29 de junho de 2012

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO RECEBERÃO ATÉ TRÊS SALÁRIOS A MAIS DO ESTADO NO DIA 3


A Secretaria Estadual de Educação paga, na próxima terça-feira, até três vencimentos básicos adicionais para todos os servidores públicos das 305 escolas que atingiram as metas estipuladas pela pasta. As unidades têm 14.497 matrículas aptas a receber a bonificação, do total de 75 mil da rede de ensino.


Fazem parte do grupo serventes, merendeiras, profissional de apoio, professores e diretores. O adicional será pago com o salário de junho e o valor pode ser consultado hoje na internet. Confira exemplos de escolas beneficiadas abaixo:


De acordo com os dados divulgados ontem pela secretaria, 61% dos funcionários contemplados vão receber mais de 1,5 salários, enquanto 14% conquistaram entre 2,5 e três salários adicionais (total de 2.089). A maior faixa (3.717 matrículas) vai receber entre 1,501 e 2 salários adicionais. E 1.142 terão até 0,5 salário de bônus. As regionais metropolitanas VI e III (Rio de Janeiro) e Noroeste Fluminense têm o maior quantitativo de servidores contemplados.



Já as três regionais com melhor desempenho das unidades de ensino foram Noroeste Fluminense, Serra II (Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu, Bom Jardim, Silva Jardim, São Sebastião do Alto, entre outros municípios atingidos pela tragédia climática de janeiro de 2011) e Metropolitana VI (Rio de Janeiro). A Metro I (Nova Iguaçu, Japeri, Queimados e Mesquita) teve o pior desempenho.



O secretário estadual de educação , Wilson Risolia, destacou que o resultado foi o esperado e ressaltou que as metas foram rígidas para conseguir elevar o estado no ranking do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).



Ele contou que deve pagar em 15 de outubro, Dia do Professor, os R$ 500 de Auxílio Qualificação de 2012. Conforme a Coluna antecipou em 17 de junho, a bonificação será paga em dinheiro, em vez de cartão de débito.



GLP E TRANSPORTE



O estado divulgou ontem que alguns contracheques apresentaram valor errado da GLP (hora-extra) e informou que o valor será pago corretamente em 3 de julho. Já os servidores que atuam nas regionais receberão auxílio-transporte a partir de agosto.



NOVO CURRÍCULO



Wilson Risolia anunciou ontem que o EJA (Educação de Jovens e Adultos) será modificado em 2013. Haverá novo currículo, nova grade horária e as apostilas serão elaboradas pelos docentes. As mudanças serão anunciadas pela pasta em agosto.








Fonte: odia

quinta-feira, 31 de maio de 2012

CRIMINOSOS SE PASSAM POR PMS E ASSALTAM DOIS ÔNIBUS NA RJ-122

Passageiros contaram que criminosos usaram um carro preto com sirene.
Grupo fugiu levando R$ 200 mil; crime aconteceu na noite de domingo






Dois ônibus foram assaltados em Cachoeiras de Macacu, na Região das Baixadas Litorâneas do Rio de Janeiro. Os veículos saíram de Nova Friburgo, na Região Serrana, e seguiam para São Paulo, onde os passageiros iriam fazer compras. O crime aconteceu na noite de domingo (27), na RJ-122, conhecida como Rio-Magé.


Oito homens encapuzados e armados se passaram por policiais militares para interceptar os ônibus, conforme mostrou o Bom Dia Rio. Segundo os passageiros, eles usaram um carro preto com uma sirene.


“Quando eles anunciaram o assalto, as pessoas entraram em pavor, só que eles falaram que não iam matar ninguém, mas iam assaltar todo mundo”, contou uma das passageiras.

Outros dois passageiros detalharam a ação dos criminosos. "Tudo aconteceu muito rápido: um barulho de sirene parecendo polícia e rapidinho eles entraram no ônibus falando que era um assalto", disse.

Os criminosos fugiram levando R$ 200 mil. O caso foi registrado na 159ª DP (Cachoeira de Macacu).








Fonte: globo.com

segunda-feira, 14 de maio de 2012

GRANDE FESTA EM COMEMORAÇÃO AOS 333 ANOS DA CIDADE



O Município de Cachoeiras de Macacu completa no próximo dia 15 de maio 333 anos, e a Prefeitura está realizando uma Festa toda especial para o mês de maio.







Fonte: Imprensa Local

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Chuva complica a visibilidade na Serra de Petrópolis



Os motoristas que deixam Petrópolis e Itaipava, na Região Serrana do Rio de Janeiro, encontram visibilidade parcial no trecho de serra da Rodovia BR-040, na manhã desta terça-feira (1º). De acordo com a concessionária Concer, às 8h20 chovia forte na Serra de Petrópolis. Por causa do mau tempo, quem segue pela via deve redobrar a atenção para evitar acidentes.



Já na Rodovia Rio-Teresópolis (BR-116), chove moderamente em toda a via. A concessionária CRT também pede que os motoristas redobrem a atenção no trecho de serra.



Na RJ-116 (Itaboraí-Nova Friburgo-Macuco), também há registro de chuva no trecho entre Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, e Cachoeiras de Macacu, na Região das Baixadas Litorâneas, segundo a concessionária Rota 116.



Na Ponte Rio-Niterói, o fluxo é normal nos dois sentidos. O panorama é o mesmo na Rodovia BR-101, segundo a concessionária Autopista Fluminense, os motoristas devem redobrar a atenção no trecho entre Conceição de Macabu, no Norte Fluminense, e Niterói, na Região Metropolitana, pois há registro de chuva na rodovia.







Fonte: globo.com

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Assembléia de Deus Vitória em Cristo realizará Acampamento Jovem em Cacheiras de Macacu





O Acampamento Vale das Águas, na cidade de Cachoeira de Macacu, viverá 5 dias de impacto espiritual ministrado pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus Vitória em Cristo, presidida pelo Pr Silas Malafaia. Este encontro que é chamado de: “ACAMPAMENTO SOMOS UM”, é destinado aos Jovens da Juventude Vitória em Cristo e contará com as ministrações do Pr Silas Malafaia, Pra Elizete Malafaia, Pr Renan Di Melo, Pra Antonieta Rosa, Pr Vicente Sabbatino, Pr Paulo Vieira e Pr Samuel do Amor; o louvor estará por conta da Banda JVC e Salomão do Reggae. Neste ano de 2012 o “ACAMPAMENTO SOMOS UM” terá por tema “O ESPÍRITO SANTO”.


O pastor Silas Malafaia declarou na igreja sede que o mês de maio, será o mês do Espírito Santo, e nós, jovens da igreja já estamos nos preparando para este grande mover de Deus em nossa igreja. Nosso acampamento se encerrará no dia 1° de maio, exatamente no dia em que se inicia o mês do Espírito Santo em todas as nossas igrejas, por isso nosso Acampamento terá este tema: SOMOS UM NO ESPÍRITO SANTO” diz o Pr Paulo Vieira, um dos organizadores do acampamento. 



Links:
Inscrições: http://www.acampamentosomosum.tk


 

Divulgação: ADVEC

domingo, 15 de abril de 2012

Comperj: obras paradas, insatisfação em alta




O clima crescente de insatisfação começa a tomar conta do canteiro de obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a preocupar autoridades. Localizado a menos de uma hora do Centro do Rio, o empreendimento tem sido alvo de denúncias normalmente só vistas nas regiões mais remotas do país: falta de alojamentos adequados, alimentação ruim, descumprimento de "baixas de campo" (folga a trabalhadores de outros estados), salários desiguais para mesmas funções e agenciamento pelos chamados "gatos", comuns nos flagrantes de trabalho escravo na zona rural. Na última semana, 15 mil trabalhadores cruzaram os braços por um aumento de 12% no piso salarial de R$ 860 e de 42% no vale alimentação, atualmente em R$ 210.




O clima ficou mais tenso na última quarta-feira, quando carros de funcionários da Petrobras foram atacados, sem feridos, num piquete de cinco mil grevistas na Rodovia Tanguá (RJ-116), uma das vias de acesso às obras do complexo.





Segundo especialistas, a onda de greves que se espalhou em grandes canteiros país afora nas últimas semanas - como canteiros de estádios da Copa na Bahia e no Ceará, além da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará - mostra as dificuldades das empresas em administrar grandes obras e dar condições necessárias para atender às migrações de mão de obra que elas provocam.




Agenciadores prometem "mundos e fundos"




João Benigno, natural de Pinheiro, no Maranhão, foi chamado por uma agência de emprego em sua cidade natal para trabalhar de pedreiro numa das empreiteiras que atuam no Comperj, com salário de R$ 1.302 e alojamento no Rio. O salário está sendo pago. O alojamento, não. Segundo Benigno, a empresa informou que houve um equívoco da agência que o sondou. Ele gasta agora R$ 400 de aluguel para morar em Itaboraí, na região metropolitana do Rio, próximo do canteiro.




Vim porque o salário é maior do que em Pinheiro, de R$ 700. Tenho mãe, pai e irmã no Maranhão. Vou esperar o fim da greve. Dependendo de como terminar, vou decidir se fico ou volto - conta ele.
 



Já o goiano Glenio das Dores Ferreira, que trabalha na área de montagem, queixa-se que não recebeu reembolso prometido das passagens para vir ao Rio trabalhar nas obras:




Quando chamam a gente para trabalhar aqui, prometem muita coisa. Quando a gente chega, tudo muda.
 



Segundo Luiz Augusto Rodrigues, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Montagem, Manutenção e Mobiliário de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom), os funcionários chamados por "gatos" - como são chamados os agenciados de mão de obra - são maioria nas obras do Comperj.
 



As empreiteiras preferem gente treinada, acostumada com trabalho pesado, e trouxeram muita gente de fora para a obra. Essas pessoas estão tendo uma série de direitos desrespeitados, o que gera insatisfação e tensão - diz Rodrigues.
 



Sem alojamento adequado oferecido pelas empresas, os trabalhadores do Comperj se instalaram por conta própria em Itaboraí e outros municípios da região, como Cachoeiras de Macacu, Magé e São Gonçalo. Moradores construíram "puxadinhos" no terreno de suas casas e passaram a alugá-los. No bairro de Vila Rica, em Itaboraí, há quase um ano, nove conterrâneos de Tabuleiro do Norte, município no Ceará, dividem uma casa de dois cômodos e um banheiro. Dois dormem em redes, na varanda. E como há muita gente na casa, às vezes, são obrigados a usar um bueiro como banheiro. Há um fogão e uma geladeira antigos, com a porta fechada por uma amarração de fios. Eles pagam R$ 580 de aluguel do próprio bolso.




O trabalho não é bom de boca (o salário não é suficiente para se manter e mandar dinheiro para família) e a gente não consegue juntar dinheiro. Deixei mulher e filho no Ceará. Tem que sobrar para mandar para eles. Mas não penso em voltar agora. Estamos acostumados a viver no mundo - diz o cearense Sandro Maia, que trabalha na carpintaria do Comperj.
 



Para Atnágoras Lopes, coordenador da Central Sindical Popular Conlutas, a desilusão dos trabalhadores do Comperj é também sentida em obras como da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Embora não haja o mesmo grau de isolamento do trabalhador, ele explica que existem semelhanças com o trabalho degradante.
 



Em obras urbanas, como o Comperj, essa condição não é vista geralmente no canteiro ou nos alojamentos próprios das empresas, mas de forma indireta, nos operários que precisam se virar por conta própria - explica Lopes, que acompanhou os conflitos de Belo Monte e passou a semana no Rio, na greve no Comperj. - Os empregadores precisam rever as relações de trabalho nos canteiros.
 



Para empresas, não existem irregularidades o cearense David Alves, de 36 anos, veio para o Rio há cerca de um ano trabalhar como armador nas obras do complexo da Petrobras. Ele afirma que, deste então, não recebeu "baixa de campo" e a passagem aérea, um direito de trabalhadores de outros estados. Para piorar, o contracheque de março veio com descontos de 30% por causa das greve no complexo em fevereiro, que foi considerada abusiva pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT):
 



Já trabalhei em obras em Alagoas, Rio Grande do Norte, Goiás. Tem obras boas. Em Goiás, voltei com R$ 10 mil no bolso .
 



Em nota, o Sindemon e o Sinicon, que representam as empreiteiras, dizem desconhecer "qualquer queixa de empregados e de sindicalistas relacionada a irregularidades nos reembolsos de passagens, alojamentos e uso de agenciadores em outros estados". Sobre alimentação, informam que "em hipótese alguma seriam servidas refeições de má qualidade, pois além de haver cláusula contratual exigindo qualidade, a saúde do trabalhador é primordial".




Segundo o delegado da 71ª DP (Itaboraí), Wellington Vieira, a criminalidade está aumentando em Itaboraí. E explica que a Polícia Militar não tem efetivo suficiente na região:
 


A região está virando um barril de pólvora.






Fonte: Bruno Villas Bôas / Agência O Globo